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ROATÁN, beleza divina

Roatan

Com assombro, sustemos a respiração. Estamos num local esplendorosamente belo. É assim Roatán, a jóia das Honduras e do Caribe. Ali, "Pura Vida" é muito mais que a marca da (óptima) cerveja local - é uma síntese de uma forma de estar no Mundo propiciada pela benção da Natureza. 

Ainda há paraísos.

  

Cristovão Colombo pisou aquelas praias de sonho há 500 anos, e gerações de piratas cobiçaram-na durante séculos - ainda hoje perduram histórias de tesouros enterrados e nomes míticos de chefes de piratas como Coxen e Henry Morgan. Inimitável na harmonia criada pelo capricho da Natureza, a incrível beleza de Roatán não se limita às suas praias de areia branquíssima, rodeadas por arcos de coqueiros e água de uma cristalinidade julgada impensável : a diversidade ecológica encontra-se também no interior, no seio das colinas suaves preenchidas pelas florestas tropicais, habitadas por abundantes flora e fauna. E, ainda, por outra razão que (também) torna Roatán mundialmente famosa : o fantástico caleidoscópio submarino propiciado pela barreira de coral, a 2ª maior do Mundo após a Grande Barreira Australiana. Com 96% das espécies marinhas caribenhas a povoarem as águas de uma pureza inacreditável, Roatán é um verdadeiro delírio para os praticantes de mergulho, seja ele de profundidade ou um simples snorkeling.

    

Situada a cerca de 30 milhas do território continental Hondurenho, a ilha de Roatán é pequena : 45 km de comprimento por apenas 8 km no seu ponto mais largo. Culturalmente, a diversidade é também riquíssima, influenciada pelas origens Africanas dos garifunas (escravos negros trazidos pelos colonizadores Ingleses da ilha de S. Vicente em 1770), pelos crioulos vindos da Jamaica e de Grand Cayman e pelos Europeus que por ela facilmente se deixaram seduzir - além da cultura Índio-Hispânica das Honduras, havendo ainda resquícios pré-colombianos dos indígenas Índios Paya.

Na serenidade da sua beleza ímpar, seja mergulhando vagarosamente nas águas puríssimas, seja encostando-nos relaxadamente de bebida na mão a observar um belíssimo pôr-do-sol ou a seguir o curso ágil dos golfinhos que bordejam as brancas areias da praia, em Roatán suspiramos sempre. Para que o relógio pare e nos deixe ficar mais tempo.

    

     

O que fazer, para além das praias de águas cálidas e puríssimas :

     

     

    

    

 

 


      

       

 

Por favor, faça turismo responsável !!

 Em particular, não danifique os corais nem compre produtos feitos a partir deles. Lembre-se que :

         . Os recifes de coral são autênticos museus vivos da história dos oceanos;

 

Ao partir, não deixe mais do que as suas pégadas,

Não leve mais do que as suas memórias

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